Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2017

Atrás do Recorde Perdido

                Minha primeira meia maratona foi com um tempo um pouco abaixo de 2 horas (1:58:51). Logo depois disso, baixei para a casa de 1:40 - 1:45 e me mantive lá até 2006. Mais um tempo se passou (2008) e avancei para a casa de 1:35. Tinha como melhor tempo na meia 1:33:33 feito na fria meia maratona de Atlantic City em 2008, quando resolvi buscar o sub 1:30. Mudei o treinamento, fiquei mais lento nos treinos de rodagem e mais rápido nos treinos de velocidade, que também se tornaram mais frequentes. Isso foi em 2013 -2014. Durante o treinamento, em fevereiro, corri a meia de Ras Al Khaima em 1:31:35 e sabia que estava muito próximo do sub 1:30. Em abril, corri Budapeste e finalmente sub 1:30 -- 1:29:28 ( não fiquei muito feliz porque meu GPS marcou 21.1 km, o que é o mínimo, ou seja, havia uma chance da prova ter uma distância menor que a meia. Normalmente não me incomodo com isto, porém como tinha apenas poucos segundos...

Essa Tal Liberdade

      Correr é um esporte libertador. Ou pelo menos deveria ser. Quando você corre, você vê a paisagem a volta, ouve diferentes sons, aproveita o caminho em si. Para mim pelo menos, funciona assim. Mas de um tempo para cá, algo começou a tirar minha liberdade: o GPS. Quando passei a usar o Garmin, automaticamente fiquei mais preocupado com o pace, com o tempo, com à distância. Por outro lado, passei a ter uma quantidade impressionante de informações sobre meus treinos. Além disso, o site Garmin Connect passou a ser um belo arquivo dos treinos. Passei a guardar todos os treinos lá, inclusive os feitos na esteira. Neste caso, faço uma inserção manual.   Todos os meus treinos na rua passaram a ser " monitorados" pelo Garmin. No começo é muito legal, pois você tem como avaliar o treino de forma precisa. Mas depois de um tempo, alguns treinos como por exemplo as rodagens, o GPS perde a sua função.   No ( meu) treino de rodagem, o ritmo deve ...

Hong Kong

        Minhas corridas são extremamente variadas. Tenho o privilégio de correr nos mais diferentes lugares no mundo. Pode ser um trote em Perth um intervalado em Luxemburgo ou um tempo run em Washington. Corro em lugares diferentes e gosto muito disso. Com tamanha diversidade de lugares, terrenos, rotas e temperatura, acabo tendo lugares em que gosto mais de correr, assim como lugares que acabam não empolgando muito. Só para uma referência rápida, entre os favoritos estão Chicago, Amsterdam e Perth. Porém tem um lugar que teria tudo para ser dos “menos queridos” para correr. Mas por alguma razão, eu gosto ( e muito) de correr lá. Esse lugar é Hong Kong. O pernoite é no hotel ao lado do aeroporto. As corridas ali são em ruas nos arredores do aeroporto, sem muito charme. E ainda se preocupando com a tal da mão inglesa usada por lá.  Ultimamente, encontrei uma ponte que leva à um complexo de prédios com 60/70 andares. Apesar do vento nesta ...