Maratona logo ali na esquina. Hoje é quinta feira e
estou voando para Barcelona. Domingo, daqui a 3 dias é a maratona. E dias antes
da maratona é natural ( pelo ao menos para mim) que se tenha uma tensão pré
prova. A uns 2 dias atrás, sonhei que chegava na linha largada sem meu GPS, só
com um relógio com cronômetro e sem vestir roupa de corrida mas com uma bermuda
social e camisa polo. Não sei o que seria pior ficar sem ( o GPS ou a roupa).
E como fazer para minimizar essa tensão? Cada pessoa é diferente, mas no meu caso, lembro de passagens positivas do treinamento.Todos os treinos foram feitos. Dentro do tempo programado. Treinei com calor ( Doha praticamente não teve inverno), frio,( vários pernoites como Luxemburgo, Munich e Chicago estavam bastante frio) sol e chuva. A regularidade dos treinos foi impressionante. Como não olho para o relógio durante o treino, conseguia fazer treinos intervalados (4:00 min/ km) até treinos regenerativas (5:30 min/km) e antes de terminar o treino imaginava qual teria sido o ritmo naquele treino: a diferença era de 3 a 4 segundos no máximo entre o imaginário e o real. Isso realmente aumenta a confiança.
Mas tem também o outro lado: os momentos que deram errado, ou que poderiam ter sido melhor: Tive uma dor na lateral do joelho esquerdo, principalmente durante os longões. “ Curei” essa dor com exercícios para fortalecimento da banda ilotibial durante uns 20 dias. Um dia tropecei numa calçada ( caminhando em Dallas e não correndo) e perdi a unha do dedão do pé direito. Não chega a ser um problema, mas atrapalha um pouquinho.
Tem também o fato de comparar o treinamento deste ano com o ano passado: Comparação completamente mórbida e desnecessária. Ano passado, durante o treinamento para Rock n Roll Marathon em Washington foram uns 950 Km. Esse ano foram 750 km. Será que foi pouco? Vai fazer diferença ? Espero que não. Apesar da redução na km, teve a musculação. E os treinos longos foram corridos em um pace mais próximo com o pretendido. Mas inconscientemente sempre lembro que foram menos km, apesar de eu ter feito a opção por esse tipo de treinamento.
E como fazer para minimizar essa tensão? Cada pessoa é diferente, mas no meu caso, lembro de passagens positivas do treinamento.Todos os treinos foram feitos. Dentro do tempo programado. Treinei com calor ( Doha praticamente não teve inverno), frio,( vários pernoites como Luxemburgo, Munich e Chicago estavam bastante frio) sol e chuva. A regularidade dos treinos foi impressionante. Como não olho para o relógio durante o treino, conseguia fazer treinos intervalados (4:00 min/ km) até treinos regenerativas (5:30 min/km) e antes de terminar o treino imaginava qual teria sido o ritmo naquele treino: a diferença era de 3 a 4 segundos no máximo entre o imaginário e o real. Isso realmente aumenta a confiança.
Mas tem também o outro lado: os momentos que deram errado, ou que poderiam ter sido melhor: Tive uma dor na lateral do joelho esquerdo, principalmente durante os longões. “ Curei” essa dor com exercícios para fortalecimento da banda ilotibial durante uns 20 dias. Um dia tropecei numa calçada ( caminhando em Dallas e não correndo) e perdi a unha do dedão do pé direito. Não chega a ser um problema, mas atrapalha um pouquinho.
Tem também o fato de comparar o treinamento deste ano com o ano passado: Comparação completamente mórbida e desnecessária. Ano passado, durante o treinamento para Rock n Roll Marathon em Washington foram uns 950 Km. Esse ano foram 750 km. Será que foi pouco? Vai fazer diferença ? Espero que não. Apesar da redução na km, teve a musculação. E os treinos longos foram corridos em um pace mais próximo com o pretendido. Mas inconscientemente sempre lembro que foram menos km, apesar de eu ter feito a opção por esse tipo de treinamento.
Diferenças a parte, um treinamento nunca vai ser igual
ao outro. Ainda que se use a mesma metodologia. VOCÊ muda com o tempo. As condições
em que se treina mudam também. Nada mais lógico que o resultado seja diferente.
O que posso comparar é que os ritmos de intervalados e tempo run são muito
similares com os do ano passado. E ano passado estava extremamente bem
preparado não fosse ter comido algo estragado alguns dias antes da prova.
Com isso em mente, tento imaginar o que seria uma
prova perfeita. Seria o chamado plano A: Tudo funciona com perfeição no dia
prova. Neste caso, as melhores projeçòes de tempo indicam que seria possível
correr uma maratona baseado nos meus tempos atuais em 3:18. Isso seria um pace
de 4:43 min/km. Pensando neste pace não vejo condições de executar. Pode falatar
um pouco de preparo psicológico, mas esse é o “cenário dos sonhos”. Como plano
B imagino um tempo de 3:21. Isso seria um pace de 4:46, o que ainda é
extremamente rápido porém viável. O plano C seria correr abaixo do tempo de
Washington (3:29:40). O plano D seria correr abaixo de 3:45 e por ai vai....
Nào sei se esses pensamento ajudam ou atrapalham,
entretanto eles existem. Entào uma forma que encontrei de “esquecer”deles foi
escrevendo. No papel ( no caso no arquivo do computador) as idéais parecem mais
organizadas. Prós, contras, objetivos e angústias parecem ter um propósito
melhor. E essa é uma das funções deste pequeno blog.
Então com tudo exposto aqui, vou chegando a Barcelona
menos tenso,mais confiante e convencido que o treino foi feito de forma
adequada para correr bem uma maratona. Agora é só concentrar, tentar não comer
muito diferente do normal e correr. Falta pouco. Que venha a maratona de
Barcelona!!


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